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07/06/2025

ASTROLOGIA: Uma Revista, Dois Momentos

por Jonas Taucci
Curar os enfermos refere-se ao que de mais importante possa existir na prática astrológica.

Se “visualizarmos internamente“ cada passagem do Ritual Rosacruz de Cura, quando de seu oficiamento, veremos que seu conteúdo está distante de uma mera narrativa e a (fervorosa) constância de sua leitura (e audição) nas datas em que a Lua transita pelos signos cardinais (Áries, Câncer, Libra e Capricórnio) nos fará – paulatinamente - sentir presente em seus dizeres e entre linhas, as forças curativas de nosso Pai Celestial, o grande médico.

Cristo, os Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz e Auxiliares Invisíveis também são evocados. A palavra sentimento aparece várias vezes neste Ritual.

O amor abnegado das Hierarquias Zodiacais citadas permeia igualmente todo este trabalho, resultando nisto a grande importância deste Ritual ser oficiado assiduamente nos Centros Rosacruzes e lares, pois em ambos a Egrégora Curativa estará sendo sempre fomentada e renovada.

Há, porém, outras utilizações da astrologia que - mesmo não sendo revestida do grau de importância da Cura - nos fornece valiosas e relevantes informações.

O casal Heindel em sua monumental obra A Mensagem as Estrelas no seu capítulo XX (A Sua Sorte na Vida - parte Vocação) nos fala das tendências profissionais que o indivíduo possui baseadas em seu respectivo Tema Natal.

Também com referência a isto, na introdução de “Estudos de Astrologia”, Elman Bacher nos informa que a astrologia:

 “Assessora o adulto com respeito à vocação, os pais na orientação dos filhos, o mestre na orientação dos discípulos, o médico no diagnóstico das enfermidades; prestando-lhes, desta maneira ajuda a todos em qualquer situação em que precisem. Nenhum outro tema dentro da margem do conhecimento humano, até está data, parece conter as possibilidades estendidas aos astrólogos para ajudar aos demais na sua própria dignidade como deuses-em- formação, a um entendimento maior da lei universal e a verificação de nossa eterna seguridade nos braços acariciadores da Vida Infinita e do Ser Iluminado.”

As palavra ajuda e ajudar (sublinhadas pelo este colaborador) revestem-se de importância ímpar: não estão associadas a quaisquer relação da astrologia com dinheiro ou outras formas de pagamentos e um belo exemplo disto nos remete à revista Rays from the Rose Cross da The Rosicrucian Fellowship, que por décadas – numa de suas seções sobre astrologia (Aconselhamento e Orientação Profissional) - prestou abnegado atendimento com referência a tendências profissionais de pessoas entre 14 a 40 anos que as solicitavam a partir de seus Temas Natais/horóscopos, os quais foram atendidas graciosamente pela TRF. Evidentemente foram preservados nomes completos dos solicitantes e apenas as tendências profissionais eram informadas em consonância com o nome da seção.

A TRF, através de sua revista oficial, atendeu centenas de pessoas por muitos anos, como retrata abaixo as seguintes edições:


"RAYS" : Agosto de 1956 e Novembro de  1973


A palavra astrologia possui uma definição simples: estudo dos astros, entretanto “astr” provem de idiomas antiquíssimos que possui dois significados:

- Exotérico: estrela.

- Esotérico: aquela luz que é a consciência.

Conhecimentos astrológicos obtidos, por maior mais avançados que possam ser, não devem estar – necessariamente - associados a desenvolvimento espiritual, existe quem faça da astrologia uma profissão: cobram por seus serviços, orientação, aconselhamentos etc. sendo atitudes refutadas por Max Heindel. Há também os que sepultam quaisquer esperanças às pessoas em que seus Temas Natais possuam determinados aspectos astrológicos, plantando o medo nestes corações que, em muitos casos, encontram-se já dilacerados.

O fundador da Fraternidade Rosacruz nos orienta que, ao visitarmos enfermos, devemos fazê-lo sempre com um sorriso estampado nos lábios e sonoras palavras de esperança na boca: eis um belo exemplo comportamental do Astrófilo (etimologicamente amor e amizade à Consciência de Luz, numa belíssima definição). Ele representa o ego que durante séculos - por muitas vidas - conjugou o estudo e a prática da astrologia para levar a todos o amor, esperança, cura e elevação espiritual. Nunca julga, critica ou decreta situações futuras nefastas. Apregoa que as Hierarquias Planetárias e Zodiacais jamais nos castigam e que não devemos temê-las.

Max Heindel em Filosofia Rosacruz em P&R – Volume I – em resposta à Pergunta 162 nos exorta a dirigirmos orações aos Embaixadores dos Anjos Estelares, solicitando petições de iluminação espiritual que deverá ser utilizada para o bem comum.

Com referência a isto, no evangelho de Lucas (11:11 a 13) Cristo nos pergunta:

- “Qual dentro vós é o pai que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? Ou, se pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai Celestial....”

Há um significado esotérico nesta passagem bíblica que será abordada futuramente, baseadas numa antiga Lição Mensal do Estudante da TRF.

Por analogia, ao solicitarmos iluminação espiritual aos Embaixadores dos Anjos Estelares, estes nos enviarão pedras, cobras ou escorpiões? Qual deveria ser a postura do astrólogo ao ser solicitado, por uma pessoa, aconselhamentos extraídos de seu Tema Natal?

Sejamos sabedores disto ao “baterem à nossa porta”, no tocante a astrologia.

Para maiores e completas informações sobre o Astrófilo, consultar Elman Bacher em sua obra Estudos de Astrologia, Volume IX, Capítulo X – O Caminho Astrológico. Clicar aqui

Todo aspirante rosacruz, interessado no estudo e prática da astrologia, deveria fazer desta leitura um compêndio a ser seguido, tanto para delinear os propósitos de seus estudos como também definir as finalidades de sua prática. O probacionista Luis Mario Salvini, no início dos anos 80, realizou diversas palestras no Centro Rosacruz de Santo André sobre o Astrófilo, sempre salientando:

- “Deveras significativo Elman Bacher nos informar sobre o Astrófilo somente no último capítulo do último volume (independente da edição) de sua luminosa obra, encerrando-a assim com chave de ouro. Certamente um aconselhamento. Mas também uma advertência”.


Sobre o infundado temor que se possa sentir com relação a certas conjunções, quadraturas, oposições e localizações zodiacais, a revista Rays From the Rose Cross (órgão oficial de divulgação da TRF), em mais um espetacular trabalho, publicou – mensamente e por muitos anos – numa de suas seções sobre astrologia (Guia do Pensamento Diário), menções a cada dia do mês em curso, acompanhada de palavras de incentivo, benevolência, amor e altruísmo, sendo muitas vezes citadas passagens bíblicas ou frases de autoria de renomados pensadores, escritores ou filósofos.

Abaixo alguns exemplos em algumas de suas edições:

"RAYS" : Novembro de 1964
Acima: Gráfico retratando – astrologicamente – o mês de janeiro do ano de 1963, data em que foi publicado na Rays From The Rose Cross. Vemos nele, acima e abaixo, todos os dias do mês (a referência 05, 10, 15, 20, 25 e 30 nos auxilia). Á esquerda e direita, os signos zodiacais; o caminhar dos planetas pelos signos está indicado pela linha em que o planeta está sobreposto. Exemplo: o Sol deixa Capricórnio e ingressa em Aquário, próximo do dia 20. A rápida Lua faz seu percurso numa linha diagonal através dos signos.

Antigos probacionistas (Centros Rosacruzes de São Paulo e Santo André), elaboravam no início de cada mês - em lousas - estes gráficos, onde conjuntamente com os respectivos dizeres da seção “Guia do Pensamento Diário” eram apresentados em palestras públicas, sempre enaltecendo o altruísmo, a amizade e o amor; as utilíssimas Ephemerides confeccionadas pela TRF muito auxiliavam.

Ainda que de uma forma rudimentar para os padrões da atualidade, este árduo trabalho de montagem era divulgado através de palestras mensais, já que a revista Rays from the Rose Cross era publicada com muita antecipação.

Esta inestimável prestação de serviço – tanto da TRF como daqueles palestrantes, podemos creditar a Astrófilos?


Com orientação da The Rosicrucian Fellowship, o Ritual Rosacruz do Solstício de Junho será oficiado dia 19 do referente mês pelos Centros Rosacruzes e também nos lares. (veja aqui)


Espirito Virginal
por Michael Miles

Eu sou velho.
Eu sou velho.
Eu existia antes do tempo
Quando a primeira hora soou.
Precedo o dia em que a primeira
Terra foi lavrada.


Eu sou velho.
Eu sou velho.
Eu existia antes da furiosa
Agitação das tempestades.


Eu sou velho.
Eu sou velho.
Iluminando por um dia,
Irradiando vitalidade
Meu corpo continua imaculado.
Eu não me lembro
A quanto tempo brilho.


Eu sou velho.
Eu sou velho.
E a centelha que eu era,
Que eu sou, foi dividida.
E as lentas revoluções
Começaram, uniram e
Dividiram; e eu canto:


Eu sou velho.
Eu sou velho.
Sigo irresistivelmente para frente.
Sigo irresistivelmente para o alto.
E pela Luz que sou,
Compreendo que sou
Tão velho, como tão jovem.
Vou prosseguindo.

Eu sou velho.

Poema traduzido da revista Rays from the Rose Cross de fevereiro de 1975 e publicado na revista Serviço Rosacruz do Centro Rosacruz de São Paulo - Maio 1985


05/01/2025

O QUE A CARTA NATAL NÃO REVELA E A LUA NOVA EM 2025

por Jonas Taucci
Trata-se de um enorme equívoco ao aspirante rosacruz – estudante de astrologia - considerar-se que, ao levantar o Tema Natal de uma pessoa, possuir o conhecimento de absolutamente tudo referente a ela, ou ser conhecedor ”da chave de sua vida”.

Ainda que várias tendências ali possam ser consideradas, a distância para uma completa e verdadeira interpretação está longe: ao menos para a grande maioria dos astrólogos.

Possa este artigo, baseado em duas publicações da revista Rays from the Rose Cross da The Rosicrucian Fellowship, fornecer – a todos nós - lucidez sobre este assunto importantíssimo.

No artigo “O Valor da Astrologia” de autoria de H. W. Stevens (revista Rays from the Rose Cross de Janeiro/Fevereiro/2003), afirma-se que “... a astrologia mostra-nos o que somos e onde estamos. Trata-se de um indicador preciso do caráter e revela nossas fortalezas e debilidades... a ponto de assinalar claramente o grau de nossa fortaleza moral e espiritual”.

Na mesma revista (Julho/Agosto/2003), Elsa Glover comenta este artigo, conforme abaixo, na seção Carta ao Editor, com o título “O que a Carta Natal (Horóscopo) não revela”.

“Considero extremamente importante compreender que a astrologia não nos apresenta quem somos nem onde estamos.

O que a astrologia retrata são as forças com as quais temos que trabalhar e dificuldades (também oportunidades) as quais remos de enfrentar (e aproveitar) em nossas existências. O que fazemos com estas forças e o que solucionamos com estes problemas, construtivamente, depende de quanto exercitamos a nossa força de vontade, a qual NÃO se observa no horóscopo.

Na obra “Mensagem das Estrelas” (Capítulo II) Max Heindel observa que, caso um astrólogo queira ler com precisão uma Carta Natal, deverá conhecer o estado da evolução espiritual do indivíduo.

Pessoas com distintos graus de evolução respondem de maneiras também distintas ao mesmo conjunto de forças estelares.

Um determinado astrólogo francês levou a cabo uma determinada experiência na qual mesclou várias Cartas Natais, solicitando a vários astrólogos que lhes informassem quais corresponderia a criminosos e quais não seriam.

Os astrólogos não foram capazes de identificá-los.

A razão para isto consiste que para um determinado conjunto de forças astrológicas, alguns atuam como folhas arrastadas pelo vento e caem nos problemas assinalados, enquanto outras exercendo sua sabedoria e vontade, sanam seus problemas na vida e desta forma, o que aparece na Carta Natal como quadraturas e oposições, usam-na de maneira tão construtiva como no caso de sextis e trígonos.

Existem pessoas com abundantes sextis e trígonos em seus horóscopos e poucas quadraturas e oposições, e fizeram de suas vidas um enredo.

Também conheci outras com uma grande quantidade de quadraturas e oposições que obtiveram o controle de suas existências e vivem de uma forma construtiva.

H. W. Stevens também informa que quando um horóscopo mostra nossos problemas, a alma “conhecerá que através de suas ações de vidas passadas, acumulou pesadas dívidas do destino, a qual deve saldar em algum momento”.

Suponhamos o caso de uma criança que traga para casa uma atividade da qual a escola orientou a fazer.

O que os pais deduziriam?

- A criança falhou ao não assimilar alguma lição, e lhe foi dada uma tarefa corretiva.

- A lição foi dada a todos os alunos da classe.

- A criança encontra-se adiantada em seus estudos em relação aos demais alunos e lhe foi dada uma tarefa adicional.

O horóscopo nos mostra “a tarefa” que temos a realizar; os problemas que temos que solucionar em uma estadia aqui na Terra.

Não podemos deduzir se isto constitui-se em velhos problemas ou são novos desafios que nos estão auxiliando a desenvolver nossa fortaleza espiritual.

Somente quem investiga – de uma maneira clara e direta – vidas passadas – podem afirmar se os problemas são novos ou antigos.

Também seria coerente sermos cautelosos em relação a analisar as dívidas do destino (Lei de Causa e Efeito); na retrospecção post-mortem são quitadas todas as dívidas de sofrimento, sendo as únicas dívidas que ficam pendentes são as dívidas de serviço.

Se uma pessoa correta e justa padece no presente renascimento, as dívidas mais prováveis são:

- A pessoa necessita desenvolver alguma fortaleza espiritual a partir da referida experiencia.

- A pessoa, ademais, pode estar sendo atormentada por outra que exerce seu livre arbítrio além do controle dos Agentes do Destino. Quando for este o caso, o atormentador sofrerá por sua indiscrição no purgatório e ficará pendente uma dívida de serviço.

Sem visão espiritual não podemos precisar saber quais dos dois casos se aplica em particular”.


Algumas considerações deste colaborador:

Em Filosofia Rosacruz em Perguntas e Respostas, Volume II, pergunta 36, o fundador da Fraternidade Rosacruz nos informa: “Mas preste atenção nisto; o horóscopo, como reiteramos repetidamente, só mostra as tendências ...”.

Na mesma obra (pergunta 134) Max Heindel afirma ser um Irmão Leigo e Augusta Foss Heindel (Memórias sobre Max Heindel e a Fraternidade Rosacruz) relata que ele - Max Heindel - alcançou a iniciação e ela – Augusta - também havia estado sob a observação do Mestre.

O casal Heindel foram autores de dois importantíssimos livros sobre astrologia (A Mensagem das Estrelas e Astrodiagnose – Um Guia de Saúde) interpretando muitos horóscopos e nisto um ponto dever ser – sempre - lembrado pelos estudantes de astrologia da Fraternidade Rosacruz:

- O grau evolutivo e a visão espiritual de ambos, lhes gabaritaram e credenciaram a uma análise fidedigna destes Temas Natais.

Devido a esto, fácil deduzir que apenas pessoas com um avanço espiritual relativamente desenvolvido sejam capazes de uma interpretação precisa de um horóscopo e aqui um exemplo, que não deve ser considerado único:

Em Mensagem das Estrelas, Max Heindel interpreta e relata o Tema Natal de um jovem, também alicerçado em pesquisas que fez na Memória da Natureza sobre a vida anterior da referida pessoa (horóscopo 02).

Que o exposto não desanime o aspirante rosacruz no levantamento e interpretação de horóscopos com a finalidade de servir amorosamente seus semelhantes, contudo a cautela, lucidez, responsabilidade e prudência devem ser a tônica disto.

Há um aspecto (sem trocadilhos ) que deve ser um preceito para o estudante de astrologia da Fraternidade Rosacruz; jamais cobrar pelo levantamento de um Tema Natal, palestras, artigos, orientação ou assemelhados. Isto constitui-se num sacrilégio.

João Pinhata (foto, final dos anos 60, no Centro Rosacruz de Santo André, então localizado na Rua Campos Sales) a quem o chamávamos carinhosamente de “fiel escudeiro rosacruciano” por estar presente em praticamente todas as reuniões nos Centros Rosacruzes, durante muitos anos e sempre com um sorriso estampado em sua face, certa vez emitiu uma opinião sobre este assunto, dificilmente igualada em sua profundidade:

- “A astrologia promulgada pela Fraternidade Rosacruz tem como seu principal objetivo estender suas mãos para prestação de auxílio amoroso, indicar caminhos de elevação espiritual e nunca aberrações como atirar pedras, condenar ou apontar dedos para as pessoas através de suas configurações astrológicas”.
Como temos feito no início de cada ano, e já por longo tempo, abaixo estão calculadas as datas em que ocorrem a Lua Nova para o ano de 2025; entenda-se Lua Nova, além da fase astronômica, a conjunção exata entre Sol e Lua no mesmo grau de um signo astrológico.

Consultemos nosso Tema Natal (horóscopo), vejamos em que Casa Zodiacal ocorrem estas Lunações; há uma tendência desta Casa (e sua natureza) ser ativada.

Observemos também se estas Lunações fazem aspectos (conjunção, sextil, quadratura, trígono ou oposição) com algum planeta radical de nosso horóscopo e também com o Meio Céu, Ascendente, Cabeça/Cauda de Dragão e a Roda da Fortuna.

O casal Heindel (Astrodiagnose - Um Guia de Saúde), em várias intepretações de Temas Natais, cita a importância mensal da Lua Nova nos horóscopos.

Agradeçamos a Deus (e os Anjos do Destino) por estas experiências – sejam quais forem – solicitando aos Irmãos Maiores para que as possamos assimilar, alavancando assim um amadurecimento espiritual.

Todo nosso Tema Natal e seus aspectos são BENÇÃOS DIVINAS que nos fornecem experiências e crescimento anímico: os objetivos de nossos (re)nascimentos na Terra. Uma meditação sobre o Diagrama 05 do Conceito Rosacruz do Cosmos seria de grande valia para isto.

Dediquemos todos os dias do Ano Novo a amarmos nossos semelhantes e prestar-lhes serviço, tal qual Cristo (O Maior Iniciado do período Solar) nos exortou; sem isto, a astrologia será uma inutilidade e perda de tempo.


OBSERVAÇÕES

O horário refere-se ao de Brasília e devemos levar em consideração também os aspectos de trânsitos dos planetas com as posições dos planetas radicais, bem como as progressões.

No ano de 2025 não haverá Lua Nova no signo de Capricórnio, mas duas Luas Novas no signo de Virgo.

As ilustrações deste artigo são publicações da revista Rays from the Rose Cross da The Rosicrucian Fellowship; somente muito tempo depois de seu lançamento (1913), foi – paulatinamente - sendo utilizado o colorido. Este colaborador optou, no presente texto, de utilizar ilustrações “estilo noir”, para uma homenagem a esta aquariana revista.